Qual será o futuro dos apps?

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O boom mobile levantou uma tendência que nós inclusive já sugerimos para a sua empresa: criar um app. Porém, o propósito de tornar a experiência do usuário mais fácil e rápida se perde diante da infinidade de apps que ele pode ter no smartphone. Qual será então o futuro dos apps?

O presente

O que os apps são hoje diz muito sobre o que (o que nós acreditamos que) eles serão em breve - e você, usuário de smartphone e aplicativos, poderá confirmar o que dissermos aqui. Para começar, veja se concorda:

1. Você tem vários apps instalados, mas usa com frequência somente uma pequena parte deles. Muitos deles você instalou, usou uma ou algumas poucas vezes e nunca mais voltou a sequer abrir.

2. A lojas de aplicativos estão recheadas de apps, cada um criteriosamente desenvolvido para atender a uma necessidade específica que você tem. Pensando por esse lado, não é espantoso dizer que de certa forma os apps são ambientes fechados e limitados à finalidade para a qual foram criados.

3. Seguindo a lógica anterior, quanto mais tempo você utiliza os apps, menos tempo de fato você passa na internet.

4. Enquanto isso, a web - incluindo, claro, a publicidade online e o cloud computing - só cresce.

Futuro

Diante desse cenário de certa forma controverso criado pelos apps, ganha força a previsão de que eles se convertam em serviços cloud. Com isso, as pessoas se mantêm conectadas em um ambiente globalmente integrado e colaborativo - a web.

Acha que isso é tendência para daqui a muitos anos? Pois saiba que a tecnologia para os apps-serviços já existe e, com o empenho dos times de desenvolvimento a que estamos acostumados, é bem possível que isso não demore a fazer parte da nossa experiência mobile. A consultoria Gartner, por exemplo, prevê que isso aconteça até 2020.

Apesar de tudo isso, se a sua empresa ainda aposta na ideia de um app como conhecemos hoje, reflita se ele realmente oferece uma experiência essencial e relevante. Do contrário, seu esforço de desenvolvimento pode resultar num app que ficará às moscas nas lojas de aplicativos.

Portanto, para as empresas a que já recomendamos criar um app em um dos nossos posts, fica a nossa nova sugestão: limitar-se a um ambiente fora da web pode restringir a sua comunicação. Por outro lado, seguir pelo rumo dos chamados app-serviços pode mostrar a você um caminho aberto para muitas possibilidades.

O nosso artigo de hoje foi inspirado na publicação "Prepare o seu adeus aos apps", feita no portal ProXXIma e escrita por Pyr Marcondes, Diretor-Geral da M&M Consulting. Até a próxima publicação!