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telemarketing-agents.jpgEsse é o nosso último texto sobre o Código Brasileiro de Autorregulamentação de Marketing Direto. Já publicamos aqui no blog um post sobre as diretrizes gerais(linkar) do Código e outro falando especificamente das normas sobre as Listas(linkar). Agora vamos finalizar apresentando a vocês o Capítulo 4, que trata da autorregulamentação do Telemarketing.

listalead.jpgJá publicamos aqui(linkar) no blog um texto sobre o Código Brasileiro de Autorregulamentação de Marketing Direto e prometemos dar continuidade ao assunto. Hoje vamos focar no Capítulo 3, que traz diretrizes sobre umas das práticas desse tipo de marketing: as listas. Lista é um conjunto de informações individuais sobre consumidores (pessoas físicas ou jurídicas) utilizadas nas atividades relacionadas ao Marketing Direto.

file2091263251602.jpgO Marketing Direto pode ser entendido como a parte do Marketing que está mais ligada às ações de vendas ou captação. Essa metodologia utiliza uma ou mais mídias para alcançar respostas ou transações do público alvo, e também para simplesmente gerar uma ação de relacionamento que desenvolva uma espécie de encantamento, admiração por parte do público que deseja atingir. Para alcançar esses objetivos são utilizados, na maior parte das vezes, seguimentos de listas ou veiculação de anúncios que estimulem respostas (call to action, cupons e etc.)

Agora vamos falar sobre o Código Brasileiro de Autorregulamentação do Marketing Direto, que foi aprovado no dia 12 de março de 1997. O Código de Ética da Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) constitui a autorregulamentação do setor de marketing direto no Brasil, apresentando normas com o objetivo de informar, tanto os consumidores quanto as organizações que atuam nesse setor, os princípios de conduta de aceitação nacional e internacional.

file3561263253830.jpgNos últimos seis anos tenho trabalhado com o desenvolvimento de modelos para a comercialização de serviços voltados para as classes C e D por meio do marketing direto.  Um aspecto deste trabalho que me chama a atenção é a dificuldade de muitas empresas em identificar o potencial da classe C ou ainda insistir que seu público é A/B. Em contraste a esta realidade, a primeira demanda que ouço do empresário ao sentar-me à mesa de reunião é "Quero vender mais!".  Essa conversa normalmente ocorre num contexto onde a empresa em muitos casos já é líder do segmento onde atua. Ser líder de vendas implica prestar um bom serviço e conhecer bem o público consumidor.  Aí parece morar o problema!

martelo juiz.jpgA cada ano que passa pode-se ler na mídia especializada sobre o incremento das vendas no e-commerce nacional, sobre a expansão das mídias digitais, sobre o fortalecimento do marketing multicanal e também sobre o aumento do investimento nos canais de diálogo direto com o consumidor.  Que canais são esses? Estamos falando do famoso telemarketing, das ações de mala direta que entopem nossas caixas de correio, das mensagens por e-mail de lojas as quais nunca ouvimos falar ou ainda dos intermináveis SMS recebidos de operadoras e "parceiros" que vem e vão de acordo com o interesse comercial das empresas.